terça-feira, 21 de julho de 2009

This is real, this is me, Lady Gaga I

Decidi contar a verdade e me revelar. Decidi contar que EU SOU A LADY GAGA. Sim. Vocês podem achar que é mentira, que é balela, mas não... tu-do verdade!

Tudo começou na minha infância, eu tinha problema de gagueira sério - totalmente desagradável! Meus pais notando os transtornos que a doença me trazia decidiram me levar a um especialista. Fiz alguns anos de tratamento. Porém os tratamentos só me "enganaram", porque ao invés de ser curada eu acumulei toda aquela gaguice. Nos últimos meses esse acúmulo começou a expelir-se. Pensei: "ferrou!". Fui ao médico, conversei com ele e chegamos a conclusão que eu precisava encontrar algo que me ajudasse a extravassar. Passado alguns dias, numa festa do condomínio, comecei a cantar no karaokê que haviam alugado, todas as pessoas que estavam no local ouviram a minha cantoria Gaga. E amaram! Desde então comecei a usar meu lado musical como extravassador de gagueira.

Sim, eu sei, todos vocês pensavam que minhas repetitivas sílabas nas palavras eram um remix fajuto, mas nã-ão, enganaram-se são apenas eu e meu "probleminha".
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terça-feira, 19 de maio de 2009

Minha Gripe

Que vergonha, algumas décadas sem postar. Mas me deu uma vontade louca de voltar.
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Engraçado como nos últimos dias muitas pequenas-coisas tem voltado a minha vida. Tipo, uhm... quando você tá gripado! Você não consegue sentir o cheiro das coisas, não consegue sentir o sabor das coisas. Você sabe que tem seu olfato, sabe como ele funciona mas depois de um tempo sem eles você se acostuma. E daí quando o cheiro das coisas volta a fazer diferença, quando você melhora e volta a sentir o sabor das coisas é tudo tão mais legal e mais bonito.

Foi isso que aconteceu nos últimos dias, algumas coisas que estavam "perdidas" voltaram. Voltaram com brilho diferente, com valor diferente. Porque é fácil saber que as coisas estão lá e se acomodar a isso, certo? Saber que as coisas estão lá, cada uma no seu canto e não querer se juntar com elas.

Estou feliz que meu "olfato" tenha voltado. Isso aí, galere.
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Estava com saudades, acho que voltarei a ativa, de verdade.
Hugs & Besos.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Ai de mim.

Depois de abandonar às traças decidi voltar, voltar de verdade.
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Nos últimos 4 dias refleti muito sobre minha vida, tudo que acontece nela e em torno dela. Cheguei a uma única conclusão: eu estou cansada dela. "Ai que canseira", "ai que preguiça de viver", "tô cansada". Minhas frases diárias demonstram mais do que qualquer coisa o quanto isso está pesando nos ombros.

O que me cansa é ser algo que eu não quero, não ter controle sobre os meus atos, saber o que eu quero ser e estar muito distante disso. Saber que deve haver uma mudança mas nada muda. É como andar em círculos, correr atrás do próprio rabo. Não quero dar uma de cachorrinho e correr atrás de mim mesma, é idiotice. Burrice. O que me cansa é fazer sempre as mesmas coisas, me acostumar com coisas que não devem se tornar normais, cair sempre no mesmo erro, olhar sempre pro lado errado. Cansei, essa é a verdade.

Não é cansada da vida, não quero me suicidar nem algo do gênero. Só estou cansada da minha forma de viver. Sem intensidade, sem motivação verdadeira. Quero acordar e pensar que devo fazer algo de verdade que me garanta uma vida, uma que seja eterna. Quero usar meus dias e horas pra algo que seja realmente importante. Quero amar de todo o coração as pessoas que precisam de amor. Quero saber discernir o que me fará bem e o que me fará mal. Quero fazer o trabalho bem feito, finalizá-lo. Viver de verdade, somente.

Quero viver conforme o papel que me foi dado quando eu nasci, apenas. O papel eu sei qual é, vivê-lo, agora, será minha motivação.

"Sei que nada de bom habita em mim, isto é, em minha carne. Porque tenho o desejo de fazer o que é bom, mas não consigo realizá-lo. Pois o que faço não é o bem que desejo, mas o mal que não quero fazer, esse eu continuo fazendo."
Romanos 7.18-19

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Duas crianças alemãs fogem para casar.


Esta é uma história de amor igual que pode acontecer com qualquer casal, mas neste caso, os apaixonados só têm 6 e 7 anos.

Se chamam Mika e Anna-Lenna, duas crianças alemãs que "se amam muito" e que fugiram de casa no dia de Ano Novo com a intenção de se casarem e viverem sua lua-de-mel na África. Sua viagem terminou em uma estação de trem situada a poucos quilômetros de casa. Mika e Anna-Lenna "estão muito apaixonados e decidiram que queriam se casar na África porque lá faz calor”, disse um porta-voz da polícia alemã, cujos agentes encontraram as crianças quando iniciaram a sua viagem.

Na manhã de 1º de janeiro, as duas crianças arrumaram as malas colocando nelas "óculos de sol, acessórios de praia, roupa fresca e um pouco de comida",disse a polícia. Então saíram de suas casas situadas nos arredores de Hannover enquanto os pais domiam. Começou a aventura.
Caminharam por um quilômetro e pegaram um trem para ir até a estação central de Hannover, onde pretendia pegar um trem até o aeroporto. O pessoal da estação chamou a polícia quando viu as duas crianças sozinhas."
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É demais pra mim: duas crianças me dando lição de amor. Chorei, fato.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Não sei das coisas porque...

...nem sempre o que se quer é o que se pode ter;
Nem sempre o certo é o certo a fazer;
Nem sempre o que reluz é ouro;
Nem sempre o que se diz ser necessário é necessário;
Nem sempre correr é fugir e fugir é sinal de fraqueza;
Nem sempre a primeira impressão é a que fica;
Nem sempre mudar é melhor;
Nem sempre chorar é sinal de tristeza;
Nem sempre a saudade é de quem está longe;
Nem sempre as histórias terminam em final feliz;
Nem sempre as atitudes são as que queremos ter;
Nem sempre beijar é demonstração de afeto;
Nem sempre o sorriso é sincero;
Nem sempre o bom é bom, o mau é mau;
Nem sempre os palhaços nos fazem rir e as piadas são bem contadas;
Nem sempre sentimos o que dizemos;
Nem sempre caminhar nos leva a algum lugar;
Nem sempre resolver os problemas é a melhor solução;
Nem sempre prevenir é melhor que remediar;
Nem sempre estar sozinho é estar só;


Nem sempre, nem sempre, nem sempre...
o circo terá palhaço, os peixes do aquário irão morrer, seu irmão será seu inimigo, seus amigos farão papel de amigos, o jeitinho resolverá as coisas, vencer será o melhor caminho, cair será sinal de derrota, pedir desculpas será humilhação, ganhar será vencer, os cangurus serão da Austrália, as guerras estarão em busca de paz, a beleza será nitidamente bela, as princesas encontrarão seus príncipes, os sapos virarão príncipes, o sol nascerá para todos, os que desejam acordar acordarão, conquistas deverão ser comemoradas, os últimos serão os primeiros, a música agradará a todos, o meu eu agradará a mim mesma.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

1ª nostalgia.

Todos os anos, querendo ou não, duas, três e até quatro vezes; temos aquela sensação nostálgica que nos ataca o peito, produz aquele aperto no coração e aquele nó na garganta.

E agora, no começo de dezembro, nada mais comum, nada mais final-de-ano que nossas recordações escritas em papéis, declaradas em belos depoimentos orkuticais, expressas nas mais diversas formas. Portanto, combinando com a data e com meus sentimentos nostálgicos, escreverei. Escreverei muito sobre como foi bom o ano mais corrido e infernal da minha vida.

Estranho pensar que mesmo com toda a correria, com toda a frustração que esteve presente nesses últimos trezentos e poucos dias vividos eu os aproveitei ao máximo. Ou melhor, tentei aproveitá-los, tentei cativar as pessoas, tentei ser alguém importante, ou semi-importantee, na vida delas, tentei estar presente na vida dos meus amigos, tentei ser porto-seguro pra alguns, confidente para outros. É bom saber que conseguiu cativar alguém, saber que você não é mais desconhecido na vida dela porém é um ser com nome e sobrenome, alguém que poderá ser reconhecido pelo tom da voz, pela fragrância do perfume, pelo jeito que arruma o cabelo. É maravilhoso. Posso, esse ano, dizer que cativei pessoas. Eu sei disso, senti isso nos olhares, nos sorrisos, nos abraços.

Posso falar das minhas crianças. Desde o começo do ano pude ter a oportunidade de trabalhar com algumas crianças num colégio estadual aqui do lado de casa. Todas as quartas na hora do almoço eu gastava meia hora do meu tempo falando de quão maravilhoso Deus é, contando as maravilhas que Ele pode fazer e o amor que Ele tem por elas. Como foi maravilhoso ver os rostinhos delas brilhando com cada história que eu contava, cada abraço que eu recebia quando me dirigia para porta tentando ir embora, cara recadinho que eles me entregavam dizendo: "olha tia, eu fiz pra você!". Eles me cativaram, fato. E não cansarei de dizer o quanto isso é maravilhoso. Sentirei saudades delas mas no próximo ano terei mais crianças cativadoras pra me deixarem feliz.

Então me lembro da Suh, do Lino, do Tob, do Pepo, da Carla, do Look, da Ayla, da Lore, da Fer, do Hinça, do Pegê, da Pri, da Sá, do Match, da Lari, da Ary, da Carol, da Gab, dos Gui's, do Correia, da Dy, do Vini, do Poter, da Twyla, do Saraiva, da Lilian, do Jota Pê, do Guto, da minha irmã, do meu pai, da minha mãe, da minha madrinha, do meus amados de Joinville... Todos, que de alguma forma, mesmo não sabendo, mesmo não notando me ajudaram; me deram apoio, suporte, me ajudaram a prosseguir, me fizeram rir quando o que eu queria era chorar, me ouviram reclamar, reclamar, reclamar, me disseram as coisas que eu queria ouvir e as que eu não queria, me acordaram pra vida, me ajudaram a ser alguém melhor. Eu digo que esse blog contém partes de mim portanto vocês fazem parte disso também, mesmo que pareça ridículo demais.

Mas quero falar em especial sobre uma pessoa, ou melhor, um momento com ela. Suellen Precinotto, minha amiga, você me proporcionou um dos momentos mais especiais do ano. Estranhamente estranho eu comentar isso aqui mas não haverá outro momento oportuno, desculpe. Lembro-me do dia que cheguei a tarde no colégio, você nessa época já estava de rolo com seu Lino, porém diferente dos outros dias você não estava com ele. A senhorita estava num canto com as pernas encima do banco e as abraçava com força, o Lino me olhava com cara de quem não sabia o que estava acontecendo e de quem não sabia o que fazer. Eu fiz uma brincadeira com você, você achou que era o Carlos, valeu!, e ficou brava. Percebi que você não estava bem. "Amiga, fica tranquila, sou eu." Foi dizer isso e você voou no meu braço chorando. Suh, nessa hora, decididamente, nos tornamos amigas. A cena foi marcante, juro. Não estaria falando nela se não fosse, obrigada pela confiança, ok? Acho que me senti cativante nesse dia.

Mas chega por hoje, certo?
Dezembro está apenas começando e devo fazer mais alguns posts nostálgicos de final de ano.
Obrigado meus amigos, leitores por obrigação.
Beijo :*
Ri demais: http://www.interney.net/blogs/enloucrescendo/2008/11/20/mallu_camelo_amarante_maisa_namoro/